Dicas Úteis Archives - Dividata - Processamento de Dados

NF-e: Como e porque armazenar com segurança.

5 de junho de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

NF-e: Como e porque armazenar com segurança.

  ·   Posted in Dicas Úteis

A criação da Nota Fiscal eletrônica trouxe uma considerável mudança no processo de armazenamento dos documentos fiscais. O modelo baseado no arquivamento de documentos em caixas, fichários ou armários foi substituído pela guarda de arquivos em meio eletrônico. O que antes ocupava grandes espaços físicos, agora pode ser guardado em um pequeno HD de computador.

O que mudou e o que não mudou

Essa alteração do meio físico para o meio digital não mudou a necessidade de guardar de forma segura o documento fiscal eletrônico. Como não há mais a 3ª via impressa, é preciso assegurar que o arquivo eletrônico referente a NF-e seja armazenado em um local seguro após a Autorização de Uso pela SEFAZ. É esse documento que o Fisco solicitará em uma auditoria.

Há muitas empresas que possuem essa preocupação e fazem o seu dever de casa corretamente. Mas há também aquelas que, por falta de conhecimento, não se preocupam muito com isso. Ainda há o pensamento de que essa preocupação deve ser do contador, o que não é algo verdadeiro. Assumir os deveres da empresa é papel do empreendedor, do administrador, do empresário.

Como armazenar de forma segura?

Muitas empresas utilizam o Software gratuito disponibilizado pelo governo. Entretanto esse software não disponibiliza nenhum recurso seguro para armazenamento das informações. Para quem usa esse software, a única forma de salvar os arquivos da notas é usando o "Copiar -> Colar" em pastas/diretórios. Para empresas que se preocupam com segurança, utilizar este software não é uma boa prática.

Para guardar de forma segura os documentos fiscais eletrônicos, primeiramente é preciso ter em mente que será necessário efetuar um investimento financeiro. O valor de investimento é proporcional ao nível de segurança desejado, quanto maior o investimento, maior a segurança. Cabe a cada empresa determinar o nível de segurança desejado.

Um nível básico de segurança está na utilização de um software especialista para a gestão dos documentos eletrônicos. Softwares especialistas utilizam o conceito de armazenamento das informações em banco de dados e isso já garante parte do processo. Depois, é necessário que as informações desse banco sejam salvas periodicamente para outro local (esse processo é o bom e velho backup).

Soluções para armazenamento seguro

Guardar os arquivos em um banco de dados e efetuar o backup periódico é o nível de segurança mais simples e barato. Com um investimento um pouco maior, também é uma boa alternativa a contratação de um Datacenter para a guarda dos documentos. Há empresas que fornecem esse tipo de serviço e há também softwares que disponibilizam este recurso.

Muitas soluções disponíveis no mercado tornam o processo de gestão dos documentos eletrônicos bastante simples, dando agilidade no faturamento e possibilitando o armazenamento seguro e eficaz. Segurança não é só armazenar, é também garantir que os processos de geração do arquivo, assinatura digital e transmissão do documento para a SEFAZ sejam feitos de forma consistente e que preserve a integridade as informações trafegadas.

Cuidados com os arquivos eletrônicos recebidos

As empresas precisam ter a preocupação de armazenar em segurança todos os documentos fiscais eletrônicos envolvidos no contexto da organização. Não são somente as Notas eletrônicas emitidas que precisam ser salvas, é preciso também guardar todas as Notas eletrônicas recebidas (NF-e e NFS-e) de seus fornecedores e os Conhecimentos de Transporte eletrônicos (CT-e) enviados pelas transportadoras.

É interessante padronizar os processos que envolvam fornecedores e transportadoras. Deve ser criado um canal de comunicação único para a recepção e validação dos documentos eletrônicos, facilitando a sua organização e guarda. Esses processos também podem ser automatizados através de softwares especialistas e, neste caso, o uso deles é a melhor opção.

Fonte.

QR codes, use com segurança

28 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

QR codes, use com segurança

  ·   Posted in Dicas Úteis

 
(Fonte da imagem: The Globe and Mail)

Para ficar em dia com a tecnologia, às vezes precisamos aprender sobre novos perigos. Um dos exemplos é em relação aos QR Codes (quick response code ou código de resposta rápida), que é um código de barras de alta tecnologia presente em praticamente todos os lugares nos últimos tempos.

Para usar um desses códigos, você precisa de um smartphone com câmera e um aplicativo para interpretação deles. Depois de escanear (ou fotografar) um código, o aparelho celular vai levar você diretamente para a página relativa ao QR code.

Porque os Qr codes se popularizam ?

O desenho bidimensional se tornou famoso no mundo do marketing e vendas, visto que ele é responsável por transformar qualquer anúncio estático em algo interativo. E eles são seguros, quando encontrados em revistas e outros meios de comunicação famosos. Mas isso não é uma regra.

Como você não consegue saber para que página você será redirecionado até que isso tenha acontecido, é sensato tomar cuidado. QR Codes em locais públicos e em meios menos populares podem ser responsáveis por ludibriar você e fazê-lo acessar páginas com um conteúdo desagradável, como:

  • Material pornográfico, macabro etc;
  • Sites falsos de phishing e roubo de dados;
  • Códigos maliciosos (malwares).

Mas pode ficar tranquilo, os QR Codes, por si só, não são vírus e não oferecem perigo algum ao aparelho; o problema está no link que for acessado. Do momento do escaneamento até a chegada ao site, o processo é inofensivo e está sob controle do usuário. Agora, o que você fizer na página, pode ser o problema.

Se a página que for acessada contiver algum executável para ser baixado, esse é o momento de começar a se perguntar se não há algo errado. Um exemplo disso é o que aconteceu na Rússia, em 2011. O QR code em questão induzia a pessoa a baixar um aplicativo chamado Jimm. Esse programa começava então a enviar diversas mensagens de texto (que custavam US$ 6 cada) sem o consentimento do proprietário do aparelho, acarretando em um considerável aumento no custo mensal do telefone.

QR code responsável por difundir o Jimm. (Fonte da imagem: Securelist)

Mas, como me proteger?

Algumas atitudes simples podem ajudar você a diminuir consideravelmente o risco de ter problemas com algum QR code:

  • Eduque suas crianças sobre a natureza dos QR Codes: considerando que está cada vez mais fácil para os jovens adquirirem smartphones, a educação tem que começar cedo. Nessa idade, a curiosidade sempre fala mais alto e é comum eles acessarem os códigos sem pensar duas vezes. Instalar um software de proteção no smartphone também pode ajudar a evitar problemas.
  • Use um aplicativo de escaneamento que mostre o link que você vai acessar: e isso é muito importante. Se você puder ver o link antes de acessá-lo, poderá ter uma ideia melhor do que ele oferece, além de analisar a terminação. Para o Android, indicamos o QuickMark Bar Code Scanner, e para iPhone, o TapReader.

  • Não escaneie QR Codes aleatórios: códigos que aparecem em panfletos ou placas de publicidade podem ter sido gerados por qualquer pessoa e colocados em locais públicos justamente com a intenção de atrair a curiosidade. Também evite acessar links que estejam encurtados.

Dobre os cuidados se o seu celular for um Android: por ser uma plataforma aberta, o Android está mais suscetível a ser atacado por malwares. É por isso também que grande parte dos aplicativos maliciosos que são transmitidos via QR code têm o sistema operacional da Google como alvo.

Se você começar a tomar esses cuidados, poderá usar os QR Codes sem problemas, com todas as vantagens que essa nova tecnologia de comunicação traz ao consumidor.

Fonte

TI: A importancia de se ter uma política de backup corporativa

27 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

TI: A importancia de se ter uma política de backup corporativa

  ·   Posted in Dicas Úteis

Acredite, desastres acontecem. Muitas vezes eles não dão sinais de sua iminência e, obviamente, não batem à porta pedindo permissão para destruir as previsões estratégicas da empresa. E adivinha qual é o capital estratégico mais valioso das empresas nesta segunda década do século 21... acertou quem respondeu Informação. Mas será que as companhias brasileiras estão dando a devida importância à prevenção contra a perda de informações, implantando políticas sérias de backup? Uma pesquisa divulgada na última terça-feira (20) mostra que não.

O Índice Global 2012 de Recuperação de Desastres da Acronis - empresa de soluções de recuperação de desastres e proteção de dados - revelou que apenas um terço das empresas brasileiras pesquisadas afirmaram que podem executar operações de backup e recuperação em caso de emergência O estudo foi realizado em 18 países durante os meses de setembro e outubro de 2011.

 

Executivos brasileiros não priorizam prevenção

De acordo com a Estratégia Internacional das Nações Unidas para Redução de Desastres, o mundo enfrentou 302 desastres naturais em 2011, como tsunamis e terremotos no Japão, e inundações na Austrália, Tailândia e Rio de Janeiro. No geral, os desastres totalizaram ​366 bilhões de dólares em perdas financeiras.

Apesar de o ano passado ter sido um dos anos que mais registraram catástrofes naturais, o Índice mostra que empresas em todo o mundo estão em média 14% mais confiantes quanto às suas capacidades de backup e recuperação de desastres em relação ao ano anterior. O Brasil, no entanto, ficou em último lugar na lista dos 18 países pesquisados​​, que incluiu cerca de seis mil funcionários de TI de empresas com menos de mil empregados.

Xavier Aguirre, diretor de vendas da Acronis no Brasil, lembra que a situação do Brasil nesse cenário chega a ser preocupante. "A falta de prevenção põe em risco todas as operações, clientes, acionistas, fabricantes, uma cadeia completa que envolve várias empresas e pessoas. Preocupa muito ter uma economia como o Brasil nessa posição", explica.

Na pesquisa, os países foram classificados em uma escala de -5,0 a +5,0, com base nos níveis de confiança de suas capacidades de backup e recuperação. O Brasil teve o nível mais baixo, marcando -0,9 e a Alemanha a maior pontuação, com +2,1. Segundo a pesquisa, os gerentes de TI brasileiros entrevistados expressaram uma significativa preocupação em relação à qualidade de gerenciamento de seus sistemas de backup e recuperação de desastres, questionando se os recursos para implementar medidas abrangentes estão sendo usados ​​pelas empresas que eles representam.

Embora os gestores tenham se queixado da ausência de recursos e políticas de gerenciamento de backup, apenas 13% dos CIOs brasileiros acreditam que suas equipes de segurança estão qualificadas para executar tais operações em caso de emergência (ataques pela internet ou desastres naturais, por exemplo). Outros 44% dizem que seus executivos de negócios (CEOs) não estão dispostos a implementar operações de segurança contra desastres e backups de suas organizações.

O preço do apagão

Todo mundo já ouviu falar no tal "sistema que caiu". Em todas as operações automatizadas - e são muitas, desde bibliotecas até bancos -, os clientes dependem do sistema de computadores. Muitas vezes sequer há alternativas quando é detectada uma sobrecarga, falha ou parada para manutenção. E o resultado todos nós conhecemos. Imagine se, por uma intervenção do acaso, todo o sistema for irreparavelmente danificado. Afinal, nunca se sabe se o Anonymous vai entupir os servidores de acesso da empresa ou quando uma tormenta de verão vai detonar tudo.

O prejuízo para as empresas brasileiras, segundo a pesquisa, chega a ser de até US$ 300 mil por ano devido a essas paradas nos sistemas. Por outro lado, erros humanos também podem comprometer os processos: entre os entrevistados no Brasil, 64% disseram que o fator que mais contribui para o tempo de inatividade é o erro humano.

Tiago Cardoso, gerente das operações locais da Acronis, explica que o Brasil se preocupa muito com o crescimento da infraestrutura e esquece de investir em maneiras de proteger e salvar os dados em caso de imprevistos. Mas quem não planeja, paga mais caro. "Como o empresário não tem dinheiro sobrando, investe no crescimento, mas não investe em segurança. Quando não planeja, ele não está correndo apenas o risco de pagar mais caro, mas de ir à falência. Grande parte das empresas que não conseguem recuperar seus dados em até 10 dias, não têm outra saída", diz.

Mas também há um dedo de cultura tupiniquim em relação a investimentos nesse panorama. Além de a grana ser curta, não é um investimento que dá retorno imediato, embora seja necessário. Se for comparar os custos de se ter uma infraestrutura alternativa para casos extremos ou um espaço em nuvem pública ou privada (29% das empresas disseram ter planos para investir em cloud computing), não se compara ao risco de ir à falência por conta de intempéries da natureza ou erros humanos.

Fonte

Como verificar se o seu computador precisa de Memória

13 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Como verificar se o seu computador precisa de Memória

  ·   Posted in Dicas Úteis

Você tenta executar um programa e seu computador trava, fica lento às vezes nem responde, quase todos usuários de computadores já passaram por isso em casa ou no local de trabalho. Uma das causas desse tipo de problema é falta de memória, uma ferramenta do windows que pode ajudar a identificar a causa dos travamentos é o gerenciador de tarefas. Execute-o pressionando as teclas Ctrl+Alt+Del, vá até a guia "Desempenho" e verifique a indicação em "Memória Física - Disponível".

No exemplo da figura, vemos que o computador tem um total de 3.109.996 kB de memória, e que estão livres 1.349.844 kB. Nesse caso, 46% da memória do computador está livre. Esse com certeza não é um caso de falta de memória. Caso 80% ou mais esteja em uso está na hora de considerar um upgrade no seu pc.

Por: Edimar Júnior

Simples Nacional : Saiba o que é necessario para se registrar

12 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Simples Nacional : Saiba o que é necessario para se registrar

  ·   Posted in Dicas Úteis

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, específico para micro e pequenas empresas (somente aquelas que tenham receita anual inferior ou igual a R$ 240.000,00) cujo objetivo é favorecer esses negócios e facilitar a cobrança de impostos. Essa tarifa foi batizada com esse nome justamente por reunir em apenas uma arrecadação os seguintes tributos:

-Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ)
-Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)
-Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)
-Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)
-Contribuição para o PIS/Pasep
- Contribuição Patronal Previdenciária (CPP)
- Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS)
- Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

 O empresário interessado em se cadastrar no Simples Nacional deve acessar o Portal do Simples Nacional e seguir o seguinte caminho: opção “Contribuintes” e, na seqüência, “Simples Nacional”, clique na palavra “formulário”. É necessário ter em mãos uma declaração do imposto de renda pessoa física – DIRPF apresentada nos dois últimos anos pela pessoa responsável pela empresa. Mas fique atento! Inscrição no Simples Nacional só pode ser feita durante o mês de janeiro. Empresários que estão abrindo as portas de suas empresas podem se inscrever no programa até 180 dias após a inscrição no CNPJ. Caso esse prazo expire, a inscrição ficará para o próximo ano…. Quer saber mais sobre o Simples? Conheça a Cartilha online do Simples Nacional e consulte o portal com perguntas e respostas.

Fonte

7 Coisas que você precisa saber sobre vírus

6 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

7 Coisas que você precisa saber sobre vírus

  ·   Posted in Dicas Úteis

O site techmundo postou algumas dicas importantes sobre os arquivos maliciosos, leia e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas não são indestrutíveis.

Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.

Macs também são vulneráveis

É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.
Vulnerabilidades variam em cada SO
Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.

Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.
Eles vêm de muitos lugares
Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".

Infecções por pendrives

Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.

Fonte da imagem: Symantec

É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.

O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.
Há como verificar arquivos online
Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.

Análises online

Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.

Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.

Todo cuidado é pouco

Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado
Fonte : Techmundo

Disponível o programa do Imposto de Renda para Pessoa Física 2012

27 de fevereiro de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Disponível o programa do Imposto de Renda para Pessoa Física 2012

  ·   Posted in Dicas Úteis

Você já pode fazer sua declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2012. Baixe o programa do IRPF 2012, clique no link abaixo para fazer o download e preencha o formulário passo a passo para não correr o risco de cair na malha fina. Fique em dia com a Receita.

 Download IRPF 2012

 

 

Saiba quem deve fazer declaração do imposto de renda 2012.

Contribuintes poderão usar fim de semana para fazer declaração do IR

23 de fevereiro de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Contribuintes poderão usar fim de semana para fazer declaração do IR

  ·   Posted in Dicas Úteis

Os contribuintes que já receberam das empresas seus comprovantes de rendimentos poderão utilizar o próximo fim de semana, o primeiro após o carnaval, para fazer a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2012, ano-base 2011.

Segundo a Secretaria da Receita Federal, o programa do IR deste ano estará disponível para"download" na página do Fisco a partir das 8h desta sexta-feira. Entretanto, a entrega formal da declaração do IR de 2012 começa somente no dia 1º de março, quinta-feira da próxima semana, a partir também das 8h.

A declaração poderá ser enviada pela internet, por meio da utilização do programa de transmissão da Receita Federal (Receitanet), ou via disquete, nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal, durante o seu horário de expediente. A entrega do documento, via formulário, foi extinta em 2010.

Comprovante de rendimentos
A possibilidade de usar o próximo fim de semana para fazer a declaração do IR, porém, não será para todos os contribuintes. Isso porque é necessário, ter em mãos, o comprovante de rendimentos do último ano. Pela lei, porém, este documento tem de ser entregue pelos empregadores aos seus funcionários até o fim deste mês, ou seja, até 29 de fevereiro, quarta-feira da próxima semana. Dependendo da empresa, portanto, o comprovante de rendimentos pode chegar na semana que vem.

As informações contidas no comprovante de rendimentos são cruzadas com as fornecidas na Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), que as empresas também devem remeter à Receita Federal até 29 de fevereiro. Caso a Receita encontre divergências, a declaração é retida na chamada malha fina até que as partes solucionem as pendências.

 

Fonte.

Certificado Digital pode economizar milhões em energia

25 de janeiro de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Certificado Digital pode economizar milhões em energia

  ·   Posted in Dicas Úteis

Impulsionadas pelo Conectividade Social, um grande número de empresas no Brasil passaram a ter contato com o certificado digital e alguns de seus benefícios.
As companhias que utilizam a certificação há tempos já puderam notar ganhos em agilidade e economia. Mas os benefícios não são apenas para as empresas. Numa época que a sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente estão em pauta em todos os conselhos de administração das empresas (além da fiscalização da constante da população), o certificado digital faz diminuir, e muito, os impactos ao meio ambiente.
“A certificação digital pode ser sentida no bolso dos empresários e as economias podem chegar a milhões. Com o crescimento do número de empresas, façamos um pequeno exercício: imagine o consumo de itens como papéis, toners e impressão em todos os documentos que são gerados? Lembrem-se que no Brasil hoje, temos 6 milhões de pequenas e micro empresas”, afirma Julio Cosentino, vice-presidente da Certisign.
E o que não faltam são casos para ilustrar esse fato. Com o uso da certificação digital, a Telefônica eliminou o consumo anual de 2,3 milhões de folhas de papel.

ASul América Saúde deixou de usar 1,1 milhão de folhas e ainda fez o seguinte cálculo: considerando que uma tonelada de papel corresponde a cerca de 50 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil quilowatts de energia, se todo o setor de saúde eliminasse as transações em papel para consultas e exames, seria possível economizar de 25 mil a 30 mil eucaliptos, 51,5 milhões de litros de água e 2,5 milhões de quilowatts de energia.

Leia Mais sobre Certificado Digital
Fonte: Investimentos e Notícias

Sped: Cinco anos de Contradições

24 de janeiro de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Sped: Cinco anos de Contradições

  ·   Posted in Dicas Úteis

Não tem mais volta. Ou os empresários se adaptam à nova realidade digital contábil, ou poderão ter problemas com o fisco. O velho livro de papel, usado para controlar a movimentação fiscal das empresas, vem sendo atropelado pelo Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que acaba de completar cinco anos desde sua introdução pelo governo federal, em 22 de janeiro de 2007. Passado todo esse tempo, o Sped ainda choca quem precisa lidar com ele. Se por um lado o novo sistema obrigou empresas a serem mais cuidadosas com as informações fiscais e contábeis — o que foi positivo —, por outro criou mais burocracia em um ambiente abarrotado delas. A dificuldade para adequação ao Sped é reconhecida pela Receita Federal, que seguidamente adia a entrada em vigor de novas obrigações às quais o sistema submeterá empresas.

É o caso da exigência da Escrituração Fiscal Digital do PIS e do Cofins (EFD Pis/Cofins), que por cinco vezes teve seu prazo de estreia prorrogado. Essa obrigação, na visão dos profissionais contábeis, é a mais desafiadora do Sped. Para transmitir a EFD PIS/Cofins corretamente, as empresas terão de readequar para o formato digital todos os seus cadastros de produtos, clientes e fornecedores. E outras exigências vêm por aí, como Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e), e a EFD ICMS/IPI e da Nota Fiscal de Serviço eletrônica .

E não é simplesmente a conversão dos dados para o padrão digital. O que o fisco pede, explica a gerente do departamento fiscal da Organização King de Contabilidade, Josefina do Nascimento Pinto, "é que essa conversão seja feita com um nível de detalhamento com o qual as empresas não estão habituadas".

Criou-se, por exemplo, a necessidade de se informar lote e prazo de validade para determinados produtos, como é o caso de medicamentos. Outra dificuldade é decorrente da estipulação de novas tabelas para classificação de produtos incluídos na EDF Pis/Cofins.

"Além dos profissionais contábeis terem que se adequar às novas regras, é preciso ainda encontrar no mercado empresas que desenvolvam softwares que permitam essa adequação na prática, o que não está sendo fácil", afirma.

Dificuldade — Um outro complicador trazido pelo Sped, apontado pelo diretor tributário da Confirp Contabilidade, Welinton Mota, é a velocidade que ele exige das empresas para que se adaptem ao sistema. O especialista lembra que a digitalização das informações fiscais não é uma novidade no meio empresarial. Segundo ele, desde 1991 a lei n° 8.212 já previa a entrega de arquivos no formato eletrônico. "Mas estes eram para o fim de fiscalização, entregues uma vez por ano", ressalta.

Agora, com o Sped, os livros fiscais e contábeis, que têm validade jurídica mensal, é que passaram a ser digitais. "Todas essas informações, que têm um nível de detalhamento grande e, por isso, abrem espaço para erros, precisam ser encaminhadas mensalmente ao fisco, sob pena de multa", diz. A multa por documento eletrônico não encaminhado, ou encaminhado com erro não retificado, é de, no mínimo, R$ 5 mil.

O maior detalhamento das informações exigido pelo Sped implica, muitas vezes, na criação de novas obrigações acessórias. Algumas acabam sendo redundantes, aponta estudo em elaboração pela PricewaterhouseCoopers (PwC) a pedido da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

A prévia do levantamento mostra, por exemplo, que a escrituração de valores do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), solicitada pelo Sped, também é exigida na Demonstração de Débitos e Créditos de Tributos Federais (DCTF). O governo já anunciou que obrigações redundantes serão eliminadas, à medida que o Sped ganhar espaço. Mas, por enquanto, tudo fica na esfera das promessas.

Por enquanto, as redundâncias e as novas obrigações trazidas pelo Sped só têm aumentando os custos das empresas, como apontou outro estudo, este desenvolvido pela Fiscosoft. Segundo o levantamento, que ouviu 1.118 empresas, do total de entrevistados, 96,3% informaram sua necessidade de direcionar recursos financeiros e humanos para cumprir obrigações tributárias após implantaram o Sped.

Ainda assim, o mesmo estudo mostra que o maior grau de exigência trazido pelo sistema é considerado positivo pelos empresários. Para 67% deles, esse fator reduziu o envolvimento involuntário das companhias em práticas fraudulentas e problemas fiscais.

 

Fonte: Diário do Comércio - SP

© 2017 - Dividata Processamento de Dados - Todos os direitos reservados.