Impulsionadas pelo Conectividade Social, um grande número de empresas no Brasil passaram a ter contato com o certificado digital e alguns de seus benefícios.
As companhias que utilizam a certificação há tempos já puderam notar ganhos em agilidade e economia. Mas os benefícios não são apenas para as empresas. Numa época que a sustentabilidade e preocupação com o meio ambiente estão em pauta em todos os conselhos de administração das empresas (além da fiscalização da constante da população), o certificado digital faz diminuir, e muito, os impactos ao meio ambiente.
“A certificação digital pode ser sentida no bolso dos empresários e as economias podem chegar a milhões. Com o crescimento do número de empresas, façamos um pequeno exercício: imagine o consumo de itens como papéis, toners e impressão em todos os documentos que são gerados? Lembrem-se que no Brasil hoje, temos 6 milhões de pequenas e micro empresas”, afirma Julio Cosentino, vice-presidente da Certisign.
E o que não faltam são casos para ilustrar esse fato. Com o uso da certificação digital, a Telefônica eliminou o consumo anual de 2,3 milhões de folhas de papel.
ASul América Saúde deixou de usar 1,1 milhão de folhas e ainda fez o seguinte cálculo: considerando que uma tonelada de papel corresponde a cerca de 50 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil quilowatts de energia, se todo o setor de saúde eliminasse as transações em papel para consultas e exames, seria possível economizar de 25 mil a 30 mil eucaliptos, 51,5 milhões de litros de água e 2,5 milhões de quilowatts de energia.
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Fonte: Investimentos e Notícias
Não tem mais volta. Ou os empresários se adaptam à nova realidade digital contábil, ou poderão ter problemas com o fisco. O velho livro de papel, usado para controlar a movimentação fiscal das empresas, vem sendo atropelado pelo Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), que acaba de completar cinco anos desde sua introdução pelo governo federal, em 22 de janeiro de 2007. Passado todo esse tempo, o Sped ainda choca quem precisa lidar com ele. Se por um lado o novo sistema obrigou empresas a serem mais cuidadosas com as informações fiscais e contábeis — o que foi positivo —, por outro criou mais burocracia em um ambiente abarrotado delas. A dificuldade para adequação ao Sped é reconhecida pela Receita Federal, que seguidamente adia a entrada em vigor de novas obrigações às quais o sistema submeterá empresas.
É o caso da exigência da Escrituração Fiscal Digital do PIS e do Cofins (EFD Pis/Cofins), que por cinco vezes teve seu prazo de estreia prorrogado. Essa obrigação, na visão dos profissionais contábeis, é a mais desafiadora do Sped. Para transmitir a EFD PIS/Cofins corretamente, as empresas terão de readequar para o formato digital todos os seus cadastros de produtos, clientes e fornecedores. E outras exigências vêm por aí, como Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e), e a EFD ICMS/IPI e da Nota Fiscal de Serviço eletrônica .
E não é simplesmente a conversão dos dados para o padrão digital. O que o fisco pede, explica a gerente do departamento fiscal da Organização King de Contabilidade, Josefina do Nascimento Pinto, “é que essa conversão seja feita com um nível de detalhamento com o qual as empresas não estão habituadas”.
Criou-se, por exemplo, a necessidade de se informar lote e prazo de validade para determinados produtos, como é o caso de medicamentos. Outra dificuldade é decorrente da estipulação de novas tabelas para classificação de produtos incluídos na EDF Pis/Cofins.
“Além dos profissionais contábeis terem que se adequar às novas regras, é preciso ainda encontrar no mercado empresas que desenvolvam softwares que permitam essa adequação na prática, o que não está sendo fácil”, afirma.
Dificuldade — Um outro complicador trazido pelo Sped, apontado pelo diretor tributário da Confirp Contabilidade, Welinton Mota, é a velocidade que ele exige das empresas para que se adaptem ao sistema. O especialista lembra que a digitalização das informações fiscais não é uma novidade no meio empresarial. Segundo ele, desde 1991 a lei n° 8.212 já previa a entrega de arquivos no formato eletrônico. “Mas estes eram para o fim de fiscalização, entregues uma vez por ano”, ressalta.
Agora, com o Sped, os livros fiscais e contábeis, que têm validade jurídica mensal, é que passaram a ser digitais. “Todas essas informações, que têm um nível de detalhamento grande e, por isso, abrem espaço para erros, precisam ser encaminhadas mensalmente ao fisco, sob pena de multa”, diz. A multa por documento eletrônico não encaminhado, ou encaminhado com erro não retificado, é de, no mínimo, R$ 5 mil.
O maior detalhamento das informações exigido pelo Sped implica, muitas vezes, na criação de novas obrigações acessórias. Algumas acabam sendo redundantes, aponta estudo em elaboração pela PricewaterhouseCoopers (PwC) a pedido da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
A prévia do levantamento mostra, por exemplo, que a escrituração de valores do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), solicitada pelo Sped, também é exigida na Demonstração de Débitos e Créditos de Tributos Federais (DCTF). O governo já anunciou que obrigações redundantes serão eliminadas, à medida que o Sped ganhar espaço. Mas, por enquanto, tudo fica na esfera das promessas.
Por enquanto, as redundâncias e as novas obrigações trazidas pelo Sped só têm aumentando os custos das empresas, como apontou outro estudo, este desenvolvido pela Fiscosoft. Segundo o levantamento, que ouviu 1.118 empresas, do total de entrevistados, 96,3% informaram sua necessidade de direcionar recursos financeiros e humanos para cumprir obrigações tributárias após implantaram o Sped.
Ainda assim, o mesmo estudo mostra que o maior grau de exigência trazido pelo sistema é considerado positivo pelos empresários. Para 67% deles, esse fator reduziu o envolvimento involuntário das companhias em práticas fraudulentas e problemas fiscais.
Fonte: Diário do Comércio – SP
O estresse. Quem nunca teve aqueles dias em que deveria ter ficado em casa. Discutiu com o chefe, não conseguiu entregar uma demanda e ainda recebeu uma bronca. Felizmente, esses dias passam. Mas o que fazer quando os momentos de estresses deixam de ser esporádicos e passam a ser frequentes?
Embora existam diversas formas de atacar o estresse, o melhor é se esforçar para evitá-lo. Para isso, a equipe InfoMoney contou com a ajuda da vice-presidente de projetos da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, e elaborou uma lista de dicas que podem ajudar a tornar a rotina de trabalho mais leve. Confira:
O autoconhecimento - “tudo parte de você e não é possível controlar o meio ambiente”, explica Sâmia. Na prática, os profissionais devem entender que é mais eficiente olhar para si mesmo do que tentar mudar as pessoas a sua volta. “Não é possível controlar a forma como as pessoas vão se portar em relação a você”.
Com isso em mente, o profissional deve se autoconhecer, no sentido de entender quais são as situações que o agradam e quais aquelas com as quais não consegue lidar muito bem; assim, é possível otimizar as suas forças.
Busque situação de prazer – é consenso entre os especialistas que estudam a qualidade de vida que os profissionais devem procurar fazer fora do ambiente de trabalho atividades que tragam satisfação, seja praticar um esporte, seja ir ao cinema ou sair com amigos. “Ninguém consegue viver o tempo todo tenso”, diz Sâmia, ressaltando que, se você não relaxar frequentemente, isso pode resultar em novos momentos de estresse.
De quem é a ansiedade? – muitos profissionais deixam se contaminar pelo estresse alheio. A sugestão é prestar atenção na situação, entendendo que certas ansiedades não são suas, mas sim do seu colega de trabalho.
Negocie prazos – se o objetivo é evitar um momento de estresse, é melhor não assumir compromissos que você sabe que não vai conseguir cumprir. “As demandas vêm de todos os lados e tudo é sempre urgente”, diz Sâmia. A dica é negociar os prazos com seu gestor, pois assim você evita uma situação na qual não conseguiu cumprir o prazo; isso também reduz a ansiedade.
Lembre-se de que nem sempre os chefes sabem o quão ocupado você está e, por isso, acabam pedindo mais e mais.
Pare um pouco - o estresse nada mais é do que a somatória de diversos elementos. Profissionais cansados, com sobrecarga de trabalho e que ficaram por um período muito longo tensos provavelmente vão ficar estressados. A sugestão é parar em alguns momentos do dia para tomar um café, conversar, enfim, pensar em algo diferente.
Fonte : infomoney
Passamos a maior parte de nosso tempo no local de trabalho. E este ambiente deve estar adequado para o desenvolvimento das atividades, tanto no aspecto físico, como psicológico e social. Caso contrário, o desenvolvimento dos colaboradores e da empresa pode ser comprometido.
Um bom ambiente de trabalho, considerado positivo, apresenta menos condutas de risco à saúde, como tabagismo, obesidade, sedentarismo e abuso de drogas e álcool. “O melhor ambiente de trabalho é aquele onde os colaboradores sentem-se seguros, valorizados e estimulados para desenvolverem suas atividades”, afirma o presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, José Roberto Marques.
Motivação também é essencial para a construção de um clima organizacional positivo, onde as competências individuais e coletivas são valorizadas e estimuladas, e que também favoreçam no alinhamento das expectativas dos funcionários com as ambições das empresas. “Colaboradores infelizes produzem 40% menos, e seu trabalho rende apenas o equivalente a dois dias úteis da semana, o que resulta na perda de produção e lucratividade da empresa”, destaca o presidente do IBC.
O ambiente deve sempre estar favorável ao desenvolvimento das atividades, imagine, por exemplo, um departamento de comunicação sem sistema de telefonia, sem computador e internet? A prática das atividades seria impossível. Imagine também uma equipe sem motivação e sem funções delegadas? E um ambiente sem harmonia? Sem respeito?
Segundo José Roberto Marques, a figura do Líder Coach, pode ser o diferencial para o ambiente de uma empresa, já que além do perfil empreendedor, criativo, e ousado este profissional é capaz de inspirar seus colaboradores, por ter ampla capacidade de tomar decisões com mais assertividade, uma vez que é mais preparado para lidar com situações adversas, pressões e o estresse do dia a dia de uma empresa.
Nas formações em coaching, ministradas pelo Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, destaca-se a importância do Líder Coach, por serem profissionais aptos a estimular, delegar, inspirar e supervisionar seus liderados.
“O Líder Coach e é capacitado para implantar no ambiente um clima de confiança entre os funcionários, pois além de saber ser flexível, conhece as qualidades de seus liderados e por isso, sabe delegar tarefas e dar os feedbacks necessários para o crescimento de cada um e consequentemente da empresa” conclui José Roberto.
Com o reajuste nos limites do Simples Nacional aproximadamente 5,7 milhões de empresas do sistema são alcançadas diretamente, além dos 1,8 milhão de Empreendedores Individuais, cujo Faturamento anual poderá chegar ao valor máximo de R$ 60 mil. “Este número responde por cerca de 96,6% dos micro negócios formais de todo o país. É um excelente momento para essas empresas assumirem uma maior posição estratégica no Brasil”, completa Márcia.
O pedido de adesão ao Supersimples deverá ser feito por meio do portal do Simples Nacional (http://www.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional). A presidente faz ainda um alerta: “Os interessados devem ficar atentos, pois o prazo vai somente até o dia 31 deste mês. Quem perdê-lo só poderá entrar no sistema em 2013”, enfatiza, acrescentando que as solicitações enviadas em novembro ou dezembro de 2011, e que não apresentavam pendências, serão incluídas automaticamente.
Também permanece no sistema a empresa que tinha receita bruta anual entre R$ 2,4 e R$ 3,6 milhões até o dia 31 de dezembro. Se a mesma estiver em início de atividades e não possuir registro até janeiro, ela pode aderir ao programa mesmo depois de terminado o prazo. Após adquirir o documento, para que o “Simples” tenha validade, é necessário fazer o pedido em 30 dias. “Essas informações constam na Resolução n°94/11 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN)”, esclarece Márcia.
Fonte: Contextual Comunicação
O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), considerado um dos mais avançados programas na relação entre Fisco e contribuintes, completa cinco anos no próximo domingo, dia 22 de janeiro. O projeto, que estabeleceu um novo tipo de relacionamento baseado na transparência mútua entre governo e contribuinte, representa uma iniciativa integrada das administrações tributárias nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal, com reflexos positivos para toda a sociedade.
Antes do Sped ser implementado, toda a documentação era baseada em papel e carimbos, o que impedia um controle efetivo do que era ou não declarado. O número de visitas dos fiscais era bem alto, mas não evitava a sonegação de impostos. Com o Sistema, os livros e documentos contábeis e fiscais passaram a ser emitidos de forma eletrônica, unificando as atividades de recepção, validação, autenticação e armazenamento dos documentos que integram a escrituração fiscal e comercial das empresas.
Para o presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC SP), Luiz Fernando Nóbrega, o Sped veio para acabar com o empirismo na relação fisco-contibuinte. “Esse programa avançadíssimo, que faz uma verdadeira vigilância em cima das empresas, permitiu que a Receita identificasse problemas fiscais por meio do cruzamento de informações, com mais precisão e agilidade”.
Segundo Nóbrega, as quatro frentes do Sped (Escrituração Contábil Digital; Nota Fiscal Eletrônica; Escrituração Fiscal Digital; e EFD-PIS/Cofins) vem crescendo de forma exponencial e alcançará, rapidamente, milhões de organizações em todo o Brasil. E a Tendência é que o Sped cresça ainda mais: está em fase de estudo na Receita Federal do Brasil, por exemplo, o e-Lalur, que tem por objetivo abranger a escrituração da folha de pagamento e, em uma segunda fase, o Livro Registro de Empregados; e a Central de Balanços, que reunirá demonstrativos contábeis e uma série de informações econômico-financeiras das empresas. Esses dados serão utilizados para geração de estatísticas, análises nacionais e internacionais, pesquisa de Risco creditício e estudos econômicos, contábeis e financeiros, dentre outros usos.
“O objetivo do projeto não está somente relacionado com o envio das informações. Muito pelo contrário: sua meta é tornar mais célere a identificação de ilícitos tributários. E essa finalidade vem sendo alcançada com êxito: foi-se o tempo em que a prestação de contas dependia da visita de fiscais. Com o Sped, a Receita acompanha, quase que em tempo real, a Contabilidade das empresas de todo o País”, declara Luiz Fernando Nóbrega.
No parecer do presidente do CRC SP, para que as empresas se adequem ao processo, é fundamental conhecer o Sped, seus aspectos técnicos e legais. Em sua opinião, muitos empresários continuam omissos em relação ao Sistema e alerta: “o uso correto do Sistema Público de Escrituração Digital depende da qualidade e da integração de todos os setores internos de uma empresa. De nada adianta o controle de estoque ser emitido direitinho, se o registro de entrada e saída de produto estiver mal feito. Diante deste cenário, é importante que as empresas façam com maior rigidez o controle de caixa para evitar problemas com a fiscalização”, explica, alertando que os profissionais da Contabilidade precisam de tempo para se adaptar às exigências do Fisco. “Os contadores cumprem seu papel para atender as exigências dos órgãos arrecadatórios. Agora, é a hora de oferecer a esses profissionais tempo necessário para que possam agregar maior valor às empresas de forma efetiva”, conclui.
Fonte: De León Comunicações
Cresce o número de ataques distribuídos por negação de serviços (DDoS – Distributed Denial-of-Service) e as empresas devem ficar atentas para evitar que seus serviços fiquem fora do ar. Segundo os especialistas em segurança da informação, medidas básicas ajudam a manter a rede corporativa protegida.
A McAfee lista passos simples que auxiliam clientes corporativos a serem mais proativos na prevenção contra ataques DDoS em suas redes.
Esses ataques costumam adotar uma combinação de técnicas bem conhecidas, tais como SYN e ICMP flooding, ao uso de ferramentas como LOIC e SlowLoris e algumas variantes de ponta.
A solução adequada para agir contra esses ataques, segundo recomendação da McAfee, é o sistema de prevenção de intrusão (IPS – Intrusion Prevention Systems).
Veja a seguir quatro dicas para manter um bom ambiente de IPS:
1- Preocupar-se com o tuning (otimização para aprimorar desempenho) e a configuração. Uma solução IPS mal configurada poderá gerar a falsa sensação de segurança, que muitas vezes é pior que a ausência da solução.
2- Conhecer a rede. Criar perfis de comportamento em que será fácil identificar qualquer anomalia, assim um possível ataque será facilmente detectado.
3- Manter a solução IPS atualizada, pois o mercado de segurança está em constante evolução e perder as atualizações do fabricante de IPS pode trazer resultados catastróficos.
4- Monitorar os eventos de ameaças e ataques regularmente.
“Estas ações são importantes para impedir tais ataques, permitindo manter uma segurança excelente ao ter à disposição o processo correto, as pessoas e as tecnologias certas”, informa a empresa.
A SEF/MG informa:
Tendo em vista o Ato COTEPE 33/2008, alertamos que a partir de 01/01/2012 o prazo legal para cancelamento da NF-e será de até 24hs a partir do momento da respectiva emissão.
A SEF/MG processará o cancelamento entre 24 e 168 hs, porém o contribuinte estará sujeito à verificação fiscal devido ao descumprimento do prazo.
Em relação à NF-e, o atendimento ao público externo está sendo realizado apenas pelas AF’s e pela Central de Atendimento.
Telefones Central de Atendimento:
155 para Minas Gerais;
(31) 3303.7995 para outros estados e países e uso em celular
Correio Eletrônico (quando houver anexos)
centraldeatendimento@fazenda.mg.gov.br
Fale conosco: http://www4.fazenda.mg.gov.br/faleconoscoservico/
Chamamos atenção de nossos clientes para o ATO COTEPE/ICMS nº 35/10, o qual altera a redação do art. 1º do Ato COTEPE/ICMS nº 33, de 29 de setembro de 2008, que dispõe sobre o prazo de cancelamento da Nota Fiscal Eletrônica.
Segundo a norma, a partir de 1º de janeiro de 2012, fica reduzido para 24 horas, o prazo em que o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e, prazo que deve ser contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha ocorrido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas às demais normas constantes do Ajuste SINIEF 07/05, de 5 de outubro de 2005.
Após esse prazo, caso haja necessidade de cancelamento da nota fiscal eletrônica, deve o contribuinte comparecer pessoalmente à Administração Fazendária da sua circunscrição.
Atualmente o prazo de cancelamento da NF-e é de até 168 horas – 7 dias – contados do momento em que foi concedida a respectiva autorização de uso da NF-e.
O documento completo pode ser lido em Fiemg.org.br
A SEF-Mg divulgou no dia 23/11 a lista atualizada de empresas desenvolvedoras cadastradas ao orgão.
A homologação de softwares para emissão de cupon fiscal ( PAF-ECF) deve ser realizada uma vez ao ano pela empresa desenvolvedora do software. A cada ano a Secretaria do Estado da Fazenda aumenta o nivel de dificuldade da documentação, com a finalidade de diminuir a ilegalidade de alguns sistemas.
O sistema Divicaixa da DIVIDATA é homologado Saiba mais…