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NFe – Cancelamento como Evento

4 de abril de 2013   ·   By   ·   No Comments   ·   Posted in Suporte

A Secretaria de Fazenda do Estado de Minas Gerais lembra que a partir do dia 31-3-2013 estará desativando o serviço de Cancelamento de Notas Fiscais Eletrônicas que atualmente vem sendo efetuado através do Web Service "NfeCancelamento2" de acordo com a AJUSTE SINIEF 16, DE 28 DE SETEMBRO DE 2012.O referido Cancelamento será realizado exclusivamente por meio do Web Service "RecepcaoEvento". Salientamos que este procedimento aplica-se somente nos casos em que o contribuinte utiliza-se de sistema próprio de emissão da NF-e, o qual deverá atualizá-lo conforme NT 2011/006 disponível no Portal Nacional da NF-e desde Março/2012. Este aviso NÃO se aplica aos contribuintes que utilizam o emissor gratuito de SP, pois este já se encontra atualizado para a funcionalidade de cancelamento como evento.

NF-e: Como e porque armazenar com segurança.

5 de junho de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

NF-e: Como e porque armazenar com segurança.

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A criação da Nota Fiscal eletrônica trouxe uma considerável mudança no processo de armazenamento dos documentos fiscais. O modelo baseado no arquivamento de documentos em caixas, fichários ou armários foi substituído pela guarda de arquivos em meio eletrônico. O que antes ocupava grandes espaços físicos, agora pode ser guardado em um pequeno HD de computador.

O que mudou e o que não mudou

Essa alteração do meio físico para o meio digital não mudou a necessidade de guardar de forma segura o documento fiscal eletrônico. Como não há mais a 3ª via impressa, é preciso assegurar que o arquivo eletrônico referente a NF-e seja armazenado em um local seguro após a Autorização de Uso pela SEFAZ. É esse documento que o Fisco solicitará em uma auditoria.

Há muitas empresas que possuem essa preocupação e fazem o seu dever de casa corretamente. Mas há também aquelas que, por falta de conhecimento, não se preocupam muito com isso. Ainda há o pensamento de que essa preocupação deve ser do contador, o que não é algo verdadeiro. Assumir os deveres da empresa é papel do empreendedor, do administrador, do empresário.

Como armazenar de forma segura?

Muitas empresas utilizam o Software gratuito disponibilizado pelo governo. Entretanto esse software não disponibiliza nenhum recurso seguro para armazenamento das informações. Para quem usa esse software, a única forma de salvar os arquivos da notas é usando o "Copiar -> Colar" em pastas/diretórios. Para empresas que se preocupam com segurança, utilizar este software não é uma boa prática.

Para guardar de forma segura os documentos fiscais eletrônicos, primeiramente é preciso ter em mente que será necessário efetuar um investimento financeiro. O valor de investimento é proporcional ao nível de segurança desejado, quanto maior o investimento, maior a segurança. Cabe a cada empresa determinar o nível de segurança desejado.

Um nível básico de segurança está na utilização de um software especialista para a gestão dos documentos eletrônicos. Softwares especialistas utilizam o conceito de armazenamento das informações em banco de dados e isso já garante parte do processo. Depois, é necessário que as informações desse banco sejam salvas periodicamente para outro local (esse processo é o bom e velho backup).

Soluções para armazenamento seguro

Guardar os arquivos em um banco de dados e efetuar o backup periódico é o nível de segurança mais simples e barato. Com um investimento um pouco maior, também é uma boa alternativa a contratação de um Datacenter para a guarda dos documentos. Há empresas que fornecem esse tipo de serviço e há também softwares que disponibilizam este recurso.

Muitas soluções disponíveis no mercado tornam o processo de gestão dos documentos eletrônicos bastante simples, dando agilidade no faturamento e possibilitando o armazenamento seguro e eficaz. Segurança não é só armazenar, é também garantir que os processos de geração do arquivo, assinatura digital e transmissão do documento para a SEFAZ sejam feitos de forma consistente e que preserve a integridade as informações trafegadas.

Cuidados com os arquivos eletrônicos recebidos

As empresas precisam ter a preocupação de armazenar em segurança todos os documentos fiscais eletrônicos envolvidos no contexto da organização. Não são somente as Notas eletrônicas emitidas que precisam ser salvas, é preciso também guardar todas as Notas eletrônicas recebidas (NF-e e NFS-e) de seus fornecedores e os Conhecimentos de Transporte eletrônicos (CT-e) enviados pelas transportadoras.

É interessante padronizar os processos que envolvam fornecedores e transportadoras. Deve ser criado um canal de comunicação único para a recepção e validação dos documentos eletrônicos, facilitando a sua organização e guarda. Esses processos também podem ser automatizados através de softwares especialistas e, neste caso, o uso deles é a melhor opção.

Fonte.

IPv6: O futuro da internet

29 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

IPv6: O futuro da internet

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Você já deve ter ouvido falar em endereço de IP, não é mesmo? Além de ser a “impressão digital” de sua conexão, ele cumpre um papel de extrema importância para os próprios sites. Isso porque esse protocolo de internet simplesmente determina a quantidade de endereços disponíveis para utilização.

Cada site possui um IP específico, que é convertido no domínio pelo DNS. Quando você digita www.baixaki.com.br, você está acessado o site a partir de seu endereço numérico de maneira mais simplificada. Imagine como seria complicado se você tivesse de inserir um código cheio de números para cada página que você quisesse usar.

Endereços de IP são  númerosA internet atual utiliza o padrão IPv4 (Internet Protocol version 4), que tem cerca de 4 bilhões de endereços disponíveis. Parece muito, não é mesmo? Pois saiba que essa quantidade está próxima de seu fim. Estima-se que mais de 90% desse valor já esteja em uso e em pouquíssimo tempo não existam mais endereços disponíveis.

Para evitar o “fim da internet”, uma nova versão desse protocolo foi criada. O chamado IPv6 utiliza endereços de 128 bits, ao contrário dos 32 de seu antecessor. Isso significa que a criação de uma quantidade absurda de endereços. Caso queira descobrir o número exato, basta elevar o número 2 à potência 128 (ou seja, 2128). Boa sorte.

Quantidade e qualidade

Além de aumentar a quantidade de endereços disponíveis, o IPv6 também visa um melhoramento na qualidade do serviço. A primeira grande vantagem é a possibilidade de determinados aparelhos utilizarem múltiplos IPs, o que permite a realização de atividades simultâneas em conexões com endereços diferenciados.

Múltiplas conexões com apenas um IP

Isso é bastante útil para serviços que exigem instantaneidade, como streaming, transmissões ao vivo e VoIP. É tão verdade que o Google já inseriu praticamente todos os seus serviços no novo protocolo, incluindo o YouTube.

Outra possibilidade trazida pelo IPv6 é de conectar-se à internet através de qualquer lugar do mundo com apenas um endereço, tornando mais literal o sentido de “rede de computadores”. Isso significa que você pode conectar-se a qualquer rede com o mesmo IP que você utiliza em casa, por exemplo, e sem a necessidade de um roteador.

Já na questão que mais interessa aos usuários, a velocidade, as novidades são animadoras. O novo formato de endereçamento é mais rápido que seu antecessor. Em testes realizados por uma universidade japonesa, o recorde alcançado com o IPv6 foi de 9,08 Gbps, enquanto a maior marca do IPv4 foi de 8,8 Gbps. Claro que esses números não serão utilizados pelo internauta comum, mas dá para ter uma ideia da superioridade do novo formato.

Quando vou usar?

Processo de mudança acontece lentamenteO IPv6 vem sendo adotado aos poucos. Alguns sites, como eBay, Yahoo, Microsoft e Google já iniciaram a transição para o novo padrão. Por mais que as mudanças não sejam perceptíveis em curto prazo, você vai notar a diferença a partir do momento em que o formato tornar-se mais popular.

Já para o usuário final essa transição pode demorar um pouco mais. As empresas responsáveis pela transmissão de internet ainda utilizam o IPv4, o que inclui o Brasil. Porém isso não significa que as coisas estão paradas.

O IPv6 vem sendo adotado aos poucos e há uma forte campanha de conscientização, tanto do usuário quanto de empresas, provedores e até do governo. Para saber mais e tirar qualquer dúvida sobre a grande revolução da internet, acesse o site nacional do IPv6.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/3631-ipv6-o-futuro-da-internet.htm#ixzz1qVZN5I28

QR codes, use com segurança

28 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

QR codes, use com segurança

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(Fonte da imagem: The Globe and Mail)

Para ficar em dia com a tecnologia, às vezes precisamos aprender sobre novos perigos. Um dos exemplos é em relação aos QR Codes (quick response code ou código de resposta rápida), que é um código de barras de alta tecnologia presente em praticamente todos os lugares nos últimos tempos.

Para usar um desses códigos, você precisa de um smartphone com câmera e um aplicativo para interpretação deles. Depois de escanear (ou fotografar) um código, o aparelho celular vai levar você diretamente para a página relativa ao QR code.

Porque os Qr codes se popularizam ?

O desenho bidimensional se tornou famoso no mundo do marketing e vendas, visto que ele é responsável por transformar qualquer anúncio estático em algo interativo. E eles são seguros, quando encontrados em revistas e outros meios de comunicação famosos. Mas isso não é uma regra.

Como você não consegue saber para que página você será redirecionado até que isso tenha acontecido, é sensato tomar cuidado. QR Codes em locais públicos e em meios menos populares podem ser responsáveis por ludibriar você e fazê-lo acessar páginas com um conteúdo desagradável, como:

  • Material pornográfico, macabro etc;
  • Sites falsos de phishing e roubo de dados;
  • Códigos maliciosos (malwares).

Mas pode ficar tranquilo, os QR Codes, por si só, não são vírus e não oferecem perigo algum ao aparelho; o problema está no link que for acessado. Do momento do escaneamento até a chegada ao site, o processo é inofensivo e está sob controle do usuário. Agora, o que você fizer na página, pode ser o problema.

Se a página que for acessada contiver algum executável para ser baixado, esse é o momento de começar a se perguntar se não há algo errado. Um exemplo disso é o que aconteceu na Rússia, em 2011. O QR code em questão induzia a pessoa a baixar um aplicativo chamado Jimm. Esse programa começava então a enviar diversas mensagens de texto (que custavam US$ 6 cada) sem o consentimento do proprietário do aparelho, acarretando em um considerável aumento no custo mensal do telefone.

QR code responsável por difundir o Jimm. (Fonte da imagem: Securelist)

Mas, como me proteger?

Algumas atitudes simples podem ajudar você a diminuir consideravelmente o risco de ter problemas com algum QR code:

  • Eduque suas crianças sobre a natureza dos QR Codes: considerando que está cada vez mais fácil para os jovens adquirirem smartphones, a educação tem que começar cedo. Nessa idade, a curiosidade sempre fala mais alto e é comum eles acessarem os códigos sem pensar duas vezes. Instalar um software de proteção no smartphone também pode ajudar a evitar problemas.
  • Use um aplicativo de escaneamento que mostre o link que você vai acessar: e isso é muito importante. Se você puder ver o link antes de acessá-lo, poderá ter uma ideia melhor do que ele oferece, além de analisar a terminação. Para o Android, indicamos o QuickMark Bar Code Scanner, e para iPhone, o TapReader.

  • Não escaneie QR Codes aleatórios: códigos que aparecem em panfletos ou placas de publicidade podem ter sido gerados por qualquer pessoa e colocados em locais públicos justamente com a intenção de atrair a curiosidade. Também evite acessar links que estejam encurtados.

Dobre os cuidados se o seu celular for um Android: por ser uma plataforma aberta, o Android está mais suscetível a ser atacado por malwares. É por isso também que grande parte dos aplicativos maliciosos que são transmitidos via QR code têm o sistema operacional da Google como alvo.

Se você começar a tomar esses cuidados, poderá usar os QR Codes sem problemas, com todas as vantagens que essa nova tecnologia de comunicação traz ao consumidor.

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TI: A importancia de se ter uma política de backup corporativa

27 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

TI: A importancia de se ter uma política de backup corporativa

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Acredite, desastres acontecem. Muitas vezes eles não dão sinais de sua iminência e, obviamente, não batem à porta pedindo permissão para destruir as previsões estratégicas da empresa. E adivinha qual é o capital estratégico mais valioso das empresas nesta segunda década do século 21... acertou quem respondeu Informação. Mas será que as companhias brasileiras estão dando a devida importância à prevenção contra a perda de informações, implantando políticas sérias de backup? Uma pesquisa divulgada na última terça-feira (20) mostra que não.

O Índice Global 2012 de Recuperação de Desastres da Acronis - empresa de soluções de recuperação de desastres e proteção de dados - revelou que apenas um terço das empresas brasileiras pesquisadas afirmaram que podem executar operações de backup e recuperação em caso de emergência O estudo foi realizado em 18 países durante os meses de setembro e outubro de 2011.

 

Executivos brasileiros não priorizam prevenção

De acordo com a Estratégia Internacional das Nações Unidas para Redução de Desastres, o mundo enfrentou 302 desastres naturais em 2011, como tsunamis e terremotos no Japão, e inundações na Austrália, Tailândia e Rio de Janeiro. No geral, os desastres totalizaram ​366 bilhões de dólares em perdas financeiras.

Apesar de o ano passado ter sido um dos anos que mais registraram catástrofes naturais, o Índice mostra que empresas em todo o mundo estão em média 14% mais confiantes quanto às suas capacidades de backup e recuperação de desastres em relação ao ano anterior. O Brasil, no entanto, ficou em último lugar na lista dos 18 países pesquisados​​, que incluiu cerca de seis mil funcionários de TI de empresas com menos de mil empregados.

Xavier Aguirre, diretor de vendas da Acronis no Brasil, lembra que a situação do Brasil nesse cenário chega a ser preocupante. "A falta de prevenção põe em risco todas as operações, clientes, acionistas, fabricantes, uma cadeia completa que envolve várias empresas e pessoas. Preocupa muito ter uma economia como o Brasil nessa posição", explica.

Na pesquisa, os países foram classificados em uma escala de -5,0 a +5,0, com base nos níveis de confiança de suas capacidades de backup e recuperação. O Brasil teve o nível mais baixo, marcando -0,9 e a Alemanha a maior pontuação, com +2,1. Segundo a pesquisa, os gerentes de TI brasileiros entrevistados expressaram uma significativa preocupação em relação à qualidade de gerenciamento de seus sistemas de backup e recuperação de desastres, questionando se os recursos para implementar medidas abrangentes estão sendo usados ​​pelas empresas que eles representam.

Embora os gestores tenham se queixado da ausência de recursos e políticas de gerenciamento de backup, apenas 13% dos CIOs brasileiros acreditam que suas equipes de segurança estão qualificadas para executar tais operações em caso de emergência (ataques pela internet ou desastres naturais, por exemplo). Outros 44% dizem que seus executivos de negócios (CEOs) não estão dispostos a implementar operações de segurança contra desastres e backups de suas organizações.

O preço do apagão

Todo mundo já ouviu falar no tal "sistema que caiu". Em todas as operações automatizadas - e são muitas, desde bibliotecas até bancos -, os clientes dependem do sistema de computadores. Muitas vezes sequer há alternativas quando é detectada uma sobrecarga, falha ou parada para manutenção. E o resultado todos nós conhecemos. Imagine se, por uma intervenção do acaso, todo o sistema for irreparavelmente danificado. Afinal, nunca se sabe se o Anonymous vai entupir os servidores de acesso da empresa ou quando uma tormenta de verão vai detonar tudo.

O prejuízo para as empresas brasileiras, segundo a pesquisa, chega a ser de até US$ 300 mil por ano devido a essas paradas nos sistemas. Por outro lado, erros humanos também podem comprometer os processos: entre os entrevistados no Brasil, 64% disseram que o fator que mais contribui para o tempo de inatividade é o erro humano.

Tiago Cardoso, gerente das operações locais da Acronis, explica que o Brasil se preocupa muito com o crescimento da infraestrutura e esquece de investir em maneiras de proteger e salvar os dados em caso de imprevistos. Mas quem não planeja, paga mais caro. "Como o empresário não tem dinheiro sobrando, investe no crescimento, mas não investe em segurança. Quando não planeja, ele não está correndo apenas o risco de pagar mais caro, mas de ir à falência. Grande parte das empresas que não conseguem recuperar seus dados em até 10 dias, não têm outra saída", diz.

Mas também há um dedo de cultura tupiniquim em relação a investimentos nesse panorama. Além de a grana ser curta, não é um investimento que dá retorno imediato, embora seja necessário. Se for comparar os custos de se ter uma infraestrutura alternativa para casos extremos ou um espaço em nuvem pública ou privada (29% das empresas disseram ter planos para investir em cloud computing), não se compara ao risco de ir à falência por conta de intempéries da natureza ou erros humanos.

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Mercado de smartphones no Brasil tem crescimento de 84%

27 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Mercado de smartphones no Brasil tem crescimento de 84%

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De acordo com o Internacional Data Corporation (IDC), entidade que realiza pesquisas de mercado em todo o mundo, o Brasil teve um grande aumento no volume de smartphones vendidos em 2011. O estudo revela que o mercado de celulares do país cresceu 84% em relação ao ano de 2010, registrando um novo recorde para o setor.

 Segundo a pesquisa, cerca de 9 milhões de aparelhos foram vendidos no último ano, contra 4,8 milhões em 2010. O principal motivo para o crescimento é o lançamento de diversos modelos de smartphones mais simples, com preços mais acessíveis. Além disso, 2011 foi o ano de chegada de aparelhos importantes, como o Galaxy S II e o iPhone 4, que têm muitos fãs.

O IDC prevê que em 2012 sejam vendidos mais 15,4 milhões de smartphones, o que representaria um aumento de 73% em relação a 2011. Para se ter uma ideia da expressividade desses números, o volume de vendas no Brasil no ano passado foi o equivalente a 17 smartphones vendidos por minuto, valor que saltaria para 29 unidades se a previsão para este ano for confirmada.

O mercado nacional, ainda segundo o IDC, deve continuar a crescer nos próximos anos, principalmente a partir de 2014, quando algumas capitais brasileiras vão passar a oferecer a conectividade 4G. Além disso, a iniciativa do governo em incluir os smartphones no programa de incentivo fiscal deve atrair o interesse dos fabricantes em expandir a produção local de dispositivos.

O Brasil se encontra hoje na décima posição no ranking mundial de comércio de smartphones. Segundo o IDC, o país pode subir para a quarta posição até 2016.

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Cientistas criam bateria que pode ser usada como tecido

27 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Cientistas criam bateria que pode ser usada como tecido

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Você já pensou como seria sair por aí vestindo uma bateria? Pode parecer estranho, mas um grupo de pesquisadores da Universidade Politécnica de Montreal resolveu pôr essa ideia em prática e, segundo o site The Verge, conseguiu. E não estamos falando de algo como um casaco com várias baterias comuns, mas literalmente de uma roupa capaz de armazenar eletricidade. Criar o “tecido” para guardar a energia não foi tarefa fácil. Era necessário se livrar dos líquidos encontrados em baterias comuns, que podem vazar e ocupam muito espaço; algo que eles resolveram prensando vários materiais termoplásticos juntos. Esse material condutor, então, pôde ser moldado de forma a ficar parecido com o couro; para passar a energia para outros aparelhos, foram usados fios condutores. O resultado de tanto trabalho impressiona, gerando um tecido capaz de armazenar centenas de volts, suficientes para qualquer gadget. Mas nem pense em sair com uma dessas roupas-bateria em um dia chuvoso: até o momento, eles ainda não conseguiram tornar o material à prova d’água — o que não seria nada seguro para quem está vestindo um casaco com eletricidade suficiente para carregar um desfibrilador.

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Banda larga cresceu 70% no Brasil em 2011

20 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Banda larga cresceu 70% no Brasil em 2011

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Apesar de o preço e a velocidade não serem os ideais, a internet vive um grande momento de crescimento no Brasil. De acordo com dados recentes da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), ocorreu um aumento de 70% nos acessos de banda larga em território nacional.

Em fevereiro, o número chegou a 63,5 milhões, contabilizando 26 milhões de novos pontos de internet banda larga em 2011. Estatisticamente falando, isso é quase a criação de um novo acesso por segundo no Brasil durante um ano.

O destaque vai para o crescimento dos serviços de banda larga móvel: o país agora conta com 16,3 milhões de conexões desse tipo, o dobro de fevereiro de 2011. A internet fixa subiu 18%, totalizando 47,2 milhões de computadores conectados.

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Primeira Seção delimita cobrança de PIS/Cofins em juros sobre capital próprio

20 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Primeira Seção delimita cobrança de PIS/Cofins em juros sobre capital próprio

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Os juros sobre Capital próprio (JCP) não integram a base de incidência das contribuições PIS/Cofins no período compreendido entre a vigência da Lei 9.718/98 e a entrada em vigor das Leis 10.637/02 e 10.833/03. A decisão, da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ), foi proferida em julgamento de recurso repetitivo, o que deve reduzir a chegada de novos recursos sobre o tema ao Tribunal. 
 
Segundo o relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, a Lei 9.718 estabeleceu em seus artigos 2º e 3º que a base de cálculo do PIS/Cofins é o faturamento, correspondente à receita bruta da pessoa jurídica. O parágrafo 1º do artigo 3º conceituava receita bruta como a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, independentemente do tipo de atividade e da classificação contábil dessas receitas. Com isso, o fisco incluía os JCP na base de incidência do PIS/Cofins. 
 
Porém, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou a inconstitucionalidade do alargamento do conceito de Faturamento estabelecido por esse parágrafo. Posteriormente, a Emenda Constitucional 20/98 permitiu a inclusão do JCP na base de cálculo do PIS/Cofins, mas isso não afastou a inconstitucionalidade reconhecida no parágrafo 1º do artigo 3º da Lei 9.718. 
 
No caso analisado, a fazenda nacional ingressou com recurso no STJ para reformar decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). No recurso, a fazenda sustentou que os juros sobre os JCP são receitas financeiras, pelo que devem ser compreendidos na base de cálculo do PIS/Cofins. 
 
A empresa recorrida, por sua vez, afirmou que, quando da edição da Lei 9.718, não existia ainda autorização constitucional para o legislador, no exercício de sua competência tributária, instituir contribuição para o Custeio da seguridade social sobre receita em geral, aí compreendida a receita financeira, mas apenas sobre a receita de faturamento. 
 
Ao analisar a controvérsia, Napoleão Nunes Maia Filho afirmou que, antes da Emenda 20, “a definição constitucional do conceito de Faturamento envolvia somente a venda de mercadorias, de Serviços ou de mercadorias e serviços, não abrangendo a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, tal como o legislador ordinário pretendeu. Somente após a edição da emenda constitucional é que se possibilitou a inclusão da totalidade das receitas, incluindo o JCP, como base de cálculo do PIS/Cofins, circunstância materializada com a edição das Leis 10.637/02 e 10.833/03”. 
 
O relator observou que o caso discutido no processo dizia respeito a período compreendido entre março de 1999 e setembro de 2002, posterior, portanto, à entrada em vigor da Lei 9.718 e anterior às Leis 10.637 e 10.833. Por essa razão, decidiu que os JCP do período não devem sofrer tributação pelo PIS/Cofins. 
 
O julgamento se deu pelo rito do artigo 543-C do Código de Processo Civil (CPC). Assim, todos os demais processos sobre o mesmo tema, que tiveram o andamento suspenso nos tribunais de segunda instância desde o destaque deste recurso para julgamento na Primeira Seção, podem ser resolvidos com a aplicação do entendimento firmado pelo STJ. 
 
A sistemática do artigo 543-C impede que sejam remetidos ao STJ, pelos Tribunais de Justiça dos estados e Tribunais Regionais Federais, os recursos cujas teses já tenham sido rechaçadas.
 
Fonte: STJ

Sistema de Nf-e ficará indisponível devido a manutenção

16 de março de 2012   ·   By   ·   Comentários desativados em

Sistema de Nf-e ficará indisponível devido a manutenção

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Em comunicado a Divisão de Escrituração Digital- DED/DIEF/SAIF, informou que em função de manutenção preventiva na infraestrutura de TI da SEF/MG, o sistema de notas fiscais eletrônicas - NF-e ficará indisponível no ambiente de PRODUÇÃO a partir das 19:00 horas do dia 16 de março de 2012, sexta-feira, até as 03:00 horas do dia 17 de março de 2012. O SCAN ficará liberado para os contribuintes de MG sendo mais uma opção para emissão de NF-e, além das modalidades de Contingência em Formulário de Segurança e Contingência Eletrônica com o uso da Declaração Prévia de Emissão em Contingência – SCE/DPEC. O período acima poderá ser reduzido em função de antecipação de normalidade.
Agradecemos a compreensão de todos.

  

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